oʇsᴉʌ lÉɯ ÉʇsÓ™ oʇsÓ™

O bem ou o mal? O certo ou o errado? Escuridão ou a Luz? / Good or evil? The right or wrong? Darkness or Light?

Você tem o direito do livre-arbÃtrio, mais lembre-se: Toda causa provoca um efeito e que todo efeito advém de uma causa. Quem planta árvores, colhe alimento. Quem planta flores, colhe perfume. Quem semeia trigo, colhe pão. Quem planta amor, colhe amizade. Quem semeia alegria, colhe felicidade. Quem planta a vida, colhe milagres. Quem semeia verdade, colhe a confiança. Quem semeia fé, colhe a certeza. Quem semeia carinho, colhe gratidão. No entanto, há quem prefira semear tristeza e colher amargura. Plantar discórdia e colher solidão. Semear vento e colher tempestade. Plantar ira e colher inimizade... Plantar injustiça e colher abandono... Somos semeadores conscientes, espalhamos diariamente milhões de sementes ao nosso redor. Que possamos escolher sempre as melhores, para que, ao recebermos a dádiva da colheita farta, tenhamos apenas motivos para agradecer. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. (Lucas9) You have the right of free choice, most remember: All concerned cause an effect and every effect that comes from a cause. Those who plant trees, harvest food. Who plant flowers, pick up scent. He who sows wheat harvest bread. Who plants love, reaps friendship. Those who sow joy, happiness harvest. Who plant life, reap miracles. Who sows actually reap trust. Those who sow faith, reaps sure. Those who sow kindness, harvest thanksgiving. However, some people prefer to sow and reap bitter sadness. Plantar discord and reap loneliness. Sow the wind and reap the storm. Planting and harvesting will enmity ... Planting and harvesting injustice abandonment ... We are sowers aware, every day millions of seeds spread around us. May we always choose the best, so that when we receive the gift of abundant harvest, have only reasons to be thankful. For whoever would save his life shall lose it; but whatever, for my sake, lose his life shall save it. ( Luke 9 )
o bom, o mal e o feio - il buomo, il brutto, il cativo

explore Jan 21, 2008 #310 the good, the bad, the ugly o bom: a natureza e suas cores! o mal: a poluição! o feio: a corrupção ativa e passiva, a falta de bom senso, a ignorância espiritual...... :: the good one: the nature and its cores!o badly: the pollution! the ugly one: the active and passive corruption, the lack of common-sense, the ignorance spiritual......
O Poste

Conheço um tal poste Desde que me enxerguei gente E por onde andei nesta vida, Vi um poste diferente, Ainda menino me lembro Da tamanha utilidade, Foi baliza de futebol e trave de voleibol. Com ele não tinha tempo, Mesmo debaixo da chuva, Mesmo diante do sol, Dormia sempre ao relento, aquele mudo monumento. Cavalete de alegoria, estandarte da alegria, Foi alvo de algumas pedradas, pontaria de muitas mijadas, Forca de vários Judas, Era encosto e travesseiro, Se amarravam bicicletas, “Bodes†e animais, Se vez enquanto um ladrão aguardando o camburão. Mas mesmo em plena infância, nunca lhe fiz pouco caso, Tamanha exuberância, não era obra do acaso. Já vi um poste salvo por um fio, Já namorei num poste horas a fio. Sempre mal localizado o trambolho toma espaço Obelisco debochado, Metal madeira ou aço, ferro ou concretado, O danado foi inventado, sem fio ou cuidado. Uns eram gordos, grande porte, Trabalhados, decorados, enfeitavam a zona morte. Outros, de dois braços, eram do tipo castiçal, metidos a intelectual, Rapaz de finos traços, dos calçadões do litoral. Uns sem arte e sem dengo, os do aterro do Flamengo. Outros mais pareciam um cano, era o poste suburbano. Sem esquecer o “lambe-lambeâ€, que habitava a zona do mangue, Todos eles fizeram história no cenário urbano. Hoje li na revista, Que poste virou artista, um ator estático e mudo. Transformador do mundo E da sua função de vagabundo. Chorei, confesso... ... E merecida é a homenagem, Com humor, festa e sacanagem. Àquele que em seus chifres, Nos traz um pouco de luz.
el poeta mal hablado (iracundo?)

si se va puede volver, el dÃa menos pensado, para darle su consuelo , al poeta mal hablado. No son mujeres ausentes, no son cuchillos en los dientes, no son martes de carnaval de Brasil,
Legiao do Mal

O poder da FORÇA na nova Legião do Mal Bem do MAL... Com todos seus integrantes, inclusive o mascote Chadzinho.... Krashkrashkrash... Integrantes.... CHAD VADER, o maior VILÃO do universo, presidente da Legião. ABUSADO, vice-presidente e chefe da malandragem. DON CAMALEONE, diretor supervisor superintendente de assuntos relacionados a qualquer assunto. ADRIAN OUSBORNE, diretor supervisor executivo do som. SUPER, o homem de aço e que segura as broncas. CHEFE FALCÃO, imortal supervisor do tempo e diretor do ÇBT, candidato a presidência...da república. MAIORAL, o cara que só se mete em broncas. HELLBOY, leão de chácara e guarda costas do CHAD. DEATH, aprendiz de VILÃO do maior VILÃO do universo, CHAD VADER. TAPEJARA, está la dentro da sede esquentando água para o chimarrão. Minhas LADIES SEXIES AUDREY, COURTE, EVELIM, INJURIADA, LILY, KAROL, KAOU MANUH... O pequeno grande futuro Chefe.. CHADZINHO, meu filho. LEGIÃO do MAL BEM do MAL. Fundado em 02 de JUNHO de 2008
MAL Ô MAINS

Stuart O'Graydy

Stuart O'Graydy #52 (AUS) @ ProRace Berlin, 22.05.2011 |||large on black||| * all pictures are copyrighted * do not publish without authorization *
Julieta Venegas Bien o Mal

Bien o Mal Desde que te apareciste De repente Todo parece brillar Todas estas melodÃas No decÃan nada y ahora dicen más Aaaahh Ahora dicen más Todo lo que me importaba desde Tu llegada no importa ya Lo que parecÃa difÃcil Ya no representa dificultad Aaaahhh Fluye con facilidad Pero me pongo a dudar Me confundo y no distingo Si está bien o si está mal Si está bien... Agradezco y te corresponderé Si está mal... Como nunca lloraré Mientras tanto apuesto todo por saber Find More lyrics at www.sweetslyrics.com Me gusta encontrar que existe en la vida esta posibilidad De que todo se de vuelta cuando no esperaba ya no verá Aaaaahhh Algo viene, algo se va Pero me pongo a dudar me confundo y no distingo Si está bien o si está mal Si está bien Agradezco y te corresponderé Si está mal Como nunca lloraré Mientras tanto apuesto todo por saber x2 Uuuuh uuuh uuuuuuh Si está bien agradezco y te corresponderé Si está mal como nunca lloraré Mientras tanto apuesto todo por saber
Poster Dualismo (Bem X Mal)

Esse poster é o meu poster do projeto Relaciondos9 www.flickr.com/photos/relacionados
Skyzo (o un mal dÃa)

Skyzo (o un mal dÃa) También en andARTE.
o_O

Ser (De seer). 1. verbo sust. U. para afirmar del sujeto lo que significa el atributo. 2. aux. U. para conjugar todos los verbos en la voz pasiva. 3. intr. Haber o existir. 4. intr. Indica tiempo. Son las tres. 5. intr. Ser capaz o servir. Los idiomas son PARA comunicarse. 6. intr. Estar en lugar o situación. 7. intr. Suceder, acontecer, tener lugar. ¿Dónde fue la boda? El partido fue a las seis. 8. intr. Valer, costar. ¿A cómo es la merluza? Por qué las comillas? por queeeeee? porque las foticos pegadas? las flores plásticas de color rosa noooooooooooooooooooooooo
El Mal

La madrastra de Blancanieves de Disney. Me encanta esta imagen. Curiosidades sobre este fascinante personaje: - Su nombre es Grimhilde, inspirado en "El anillo de los Nibelungos" de Wagner. - En versiones primitivas del cuento que transcribieron los Grimm, no era su madrastra, sino su madre. Esto fue suprimido por herir ciertas sensibilidades en el publico infantil cuando a mediados del S. XIX estos relatos comenzaron a popularizarse entre los mas jóvenes. - En otras versiones pago un cazador para que encontrase a su hija y le arrancase el hÃgado, con el fin de comérselo y asà obtener la aparente belleza/juventud de Blancanieves. - Con los enanos también hay disparidad de opiniones, algunas dicen que eran niños, pues era algo muy común en la época que trabajasen en las minas. Otras hablan de duendes o enanos mitológicos. - Hay versiones que apuntan a la sustitución de elementos comunes de las brujas (adoración a los astros, elementos, etc) por el espejo mágico. En estas versiones la Reina habla directamente con el Sol en vez de con un espejo. - La manzana, como en el caso de la Biblia y de muchos otros libros, es simbólicamente un fruto del mal. - Una de las primeras correcciones que se hizo a los Grimm en este cuento fue la supresión del castigo final de la Reina, la cual es obligada a bailar con zapatos de hierro al rojo vivo hasta que al final muere.
:o))

Não é sexta poser é só pra agradecer a vocês pelos 200.000 views :o))) Beijo PB de terça... It´s not friday poser, I just want to say thank you for my 200.000 views :o))
Les Fleurs du Mal ~ MjYj

Les Fleurs du Mal ~ MjYj Je suis belle, ô mortels ! Comme un rêve de pierre, Et mon sein, où chacun s'est meurtri tour à tour, Est fait pour inspirer au poète un amour Éternel et muet ainsi que la matière. — Charles Baudelaire Tumblr | Flickriver | Twitter | Facebook | Ipernity | DeviantArt | Windows Live | Livejournal | Yahoo Pulse | 500pix | StumbleUpon | Myspace | Wordpress | Fluidr | SkyRock | Digg | Youtube | Google Buzz | Dailymotion | Artlimited | BlogSpot Please don't use this image on websites, blogs or other media without my explicit permission. MjYj© All rights reserved
O BEIJO

O BEIJO Necessário seria Se não fosse o beijo amargo, o beijo doce o contentar-se descontente o abraço frio o abraço quente um beijo sincero da sua boca sorridente é o que mais quero é o que tenho em mente assim és tu ó beijo sedutor e sentimental gozo do desejo meu bem, meu mal. ******************************* Le bisou Il serait nécessaire, Si ce ne l’était déjá, Que le bisou soit amer, Que le bisou soit doux La satisfaction Déçoit L’embrassade froide, L’embrassade chaleureuse, Le bisou sincère, De tes lèvres hardentes, Est ce que je veux le plus Est ce qui est ancré dans mon esprit C’est lá ce que tu es bisou, Séducteur et sentimental, Jouissance du désir, Mon bien, mon mal. ************************* The Kiss It would be needed, If it was not, For the kiss to be bitter For the kiss to be sweet Satisfaction Let down The cold hug, The warm hug, The true kiss, Of your burning lips, Is what I want the most, Is what is burned in my mind It is what you are kiss, Lover and sentimental, The coming of the desire My good, my evil Franz Tagore franztagore.blogspot.com/
O rosilho

“...Se topou mal, o meu rosilho, que eu também tenho os meus dias, quando eu durmo destapado e a noite implica em ser fria, porque eu não sou muito manso e, se me acordo do avesso, não te tiro pra compadre e tu me paga este preço...†Trecho de “Milonga do meu Rosilhoâ€, de Mauro Moraes Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil
é só o amor... é só o amor...

www.youtube.com/watch?v=AKqLU7aMU7M Ainda que eu falasse A lÃngua dos homens E falasse a lÃngua do anjos Sem amor, eu nada seria... É só o amor, é só o amor Que conhece o que é verdade O amor é bom, não quer o mal Não sente inveja Ou se envaidece... O amor é o fogo Que arde sem se ver É ferida que dói E não se sente É um contentamento Descontente É dor que desatina sem doer... (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões/um trecho da bÃblia misturado ao poema de Camões). Valentine’s Day – Dia dos Namorados. O Dia dos Namorados, tratado em muitos paÃses como Dia de São Valentim, é uma data comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais, quando é comum a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons em formato de coração. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho, já em Portugal, a data é celebrada em seu dia mais tradicional: 14 de Fevereiro. Saint) Valentine's Day is a holiday celebrated on February 14 by many people throughout the world. In the West, it is the traditional day on which lovers express their love for each other by sending Valentine's cards, presenting flowers, or offering confectionery. The day was originally a pagan festival that was renamed after two Early Christian martyrs named Valentine. The day became associated with romantic love in the circle of Geoffrey Chaucer in the High Middle Ages, when the tradition of courtly love flourished. BOA NOITE AMIGOS FLICKEIROS
O DIA D - Culto evangélico na praia de Botafogo paralisa o trânsito da zona sul carioca

DATA: Evento da Igreja Universal na enseada da praia de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, paralisa o trânsito da região. Cerca de 8000 ônibus trouxeram pessoas vindas de todo o estado. A organização aguardava cerca de 100 mil pessoas mas se nos basearmos pela capacidade dos transportes coletivos que trouxeram os membros da igreja até Botafogo, podemos chegar numa estimativa de 400 mil pessoas. Segundo oficiais da guarda municipal a organização do evento é a responsável pelo caos que se instaurou na região. Moradores e muitos fiéis reclamavam do lixo e do mal cheiro nas ruas. O trânsito na Voluntários da Pátria, via de acesso a praia está parado. Alguns motoristas estavam na via desde às 12h. Agora, por volta das 18h30min o trânsito continua complicado. O evento começou às 16h e tem previsão de término para 21h. Apesar disso, motoristas dos coletivos alugados pela igreja, disseram não ter hora para sair.
¿Globalización o es pura alucinación mÃa?

Reynosa, Tamaulipas, México. Please let me know if I'm right or not? Add notes if you like. Por favor diÃganmennn si estoy mal o no, pongan notitas si gustan :)
:O)

Schaut doch mal alle unter euren Schreibtisch ... *g Hallo Tobi! :o)))))
O presente da costureira de colchas...

O texto é longo, mas muito lindo... Era uma vez uma costureira de colchas que vivia numa casa no cimo das montanhas de bruma azulada. Até o mais idoso dos tetravôs não se lembrava de um tempo em que ela não estivesse lá em cima a coser, dia após dia. Aqui e ali, e onde quer que o sol aquecesse a terra, dizia-se que ela fazia as colchas mais belas que alguma vez se tinha visto. Os azuis pareciam vir do mais profundo do oceano; os brancos, das neves mais boreais; os verdes e os púrpuras, das abundantes flores silvestres; os vermelhos, os cor-de-rosa e os cor-de-laranja, do mais maravilhoso dos pores-do-sol. Algumas pessoas diziam que os seus dedos eram mágicos. Outras murmuravam que as suas agulhas e tecidos eram dádivas do povo das fadas. E outras diziam ainda que as colchas tinham caÃdo de anjos que por ali passavam. Muita gente subia a montanha, com os bolsos a abarrotar de oiro, na esperança de comprar uma daquelas maravilhosas colchas. Mas a costureira não as vendia. — Dou as minhas colchas aos que são pobres ou não têm casa — dizia a todos os que lhe batiam à porta. — Não são para os ricos. Nas noites mais frias e escuras, a costureira descia até à cidade, no sopé da montanha. Percorria as ruas calcetadas até encontrar alguém a dormir ao relento. Então, tirava do saco uma manta acabada de fazer, enrolava-a nos ombros dos que tremiam de frio, aconchegava- os bem, e afastava-se depois em bicos de pés. No dia seguinte, depois de beber uma chávena fumegante de chá de amoras, começava uma nova manta. Por esta altura, vivia também um rei, senhor de muito poder e ambição, que, mais do que tudo, gostava de receber prendas. Os milhares e milhares de lindÃssimos presentes que recebia pelo Natal e pelo seu aniversário nunca lhe chegavam. Proclamou, então, uma lei que dizia que o rei passaria a festejar o seu dia de aniversário duas vezes por ano. Quando isto também deixou de o satisfazer, deu ordens aos seus soldados para procurarem pelo reino as poucas pessoas que ainda não lhe tinham dado prenda alguma. No decurso dos anos, o rei foi ficando com quase todas as coisas mais bonitas do mundo. Os seus inúmeros bens estavam empilhados um pouco por todo o castelo. Em gavetas ou prateleiras, em caixas e arcas, em armários e sacos. Coisas que brilhavam, cintilavam e tremeluziam. Coisas extravagantes e práticas. Coisas misteriosas e mágicas. Eram tantas, que o rei tinha uma lista de tudo o que possuÃa. Mas, apesar de ser dono de todos estes tesouros maravilhosos, o rei não sorria. Não era nada feliz. — Deve haver, algures, algo de bonito que me faça, finalmente, sorrir — ouvia-se o rei dizer muitas vezes. — E hei-de tê-lo. Um dia, um soldado entrou precipitadamente no castelo com a notÃcia de uma mágica costureira de colchas que vivia nas montanhas. O rei bateu com o pé no chão. — E por que razão essa pessoa nunca me deu nenhuma das suas colchas de presente? — perguntou ele. — Ela só as faz para os pobres, Vossa Majestade — respondeu o soldado. — E não as vende por dinheiro algum. — Isso é o que vamos ver! — bradou o rei. — Tragam-me um cavalo e mil soldados. E partiram à procura da costureira de colchas. Quando chegaram a casa dela, esta limitou-se a rir. — As minhas colchas são para os pobres e necessitados, e vê-se facilmente que não és nem uma coisa nem outra. — Eu quero uma dessas colchas — exigiu o rei. — Talvez seja o que finalmente me fará feliz. A mulher pensou por um momento. — Oferece tudo o que tens — disse — e então far-te-ei uma manta. Por cada prenda que deres, acrescento um quadrado à manta. Quando tiveres dado todas as tuas coisas, a tua manta estará terminada. — Dar todos os meus maravilhosos tesouros? — gritou o rei. — Eu não dou, eu recebo! E, dito isto, deu ordem aos soldados para se apoderarem da linda manta de estrelas da costureira. Mas, quando se precipitaram sobre ela, a mulher lançou a manta pela janela e uma forte rajada de vento levou-a. O rei ficou muito zangado. Levou a costureira montanha abaixo, atravessou a cidade e subiu outra montanha, onde os seus ferreiros reais fizeram uma grossa pulseira de ferro. Acorrentaram-na a uma rocha, na gruta de um urso que estava a dormir. O rei pediu-lhe novamente uma manta, e uma vez mais ela recusou. — Muito bem, então — respondeu o rei. — Vou deixar-te aqui. Quando o urso acordar, tenho a certeza de que vai fazer de ti um óptimo pequeno-almoço. Quando, algum tempo mais tarde, o urso abriu os olhos e viu a costureira na gruta, equilibrou-se nas fortes pernas traseiras e soltou um rugido que sacudiu os ossos da mulher. A costureira ergueu os olhos para o urso e abanou tristemente a cabeça. — Não admira que sejas tão resmungão — disse. — Para além de rochas, não tens nada onde possas à noite descansar a cabeça. Arranja-me um braçado de agulhas de pinheiro e, com o meu xaile, far-te-ei uma almofada grande e fofa. E foi isso que fez. Nunca ninguém fora antes tão amável para com o urso. Este partiu a pulseira de ferro da mulher e lhe pediu que lhe fizesse companhia durante a noite. Mas, embora o rei desempenhasse bem o papel de homem ambicioso, desempenhava mal o papel de homem malvado. Durante toda a noite não conseguiu dormir, a pensar na pobre mulher, na gruta. — Oh, meu Deus, o que é que eu fui fazer? — lamentava-se. Acordou os soldados e lá marcharam todos em pijama até à gruta, para a salvarem. Mas, quando chegaram, o rei encontrou a costureira e o urso a tomarem um pequeno-almoço de frutos silvestres e mel. Então, o rei esqueceu por completo a pena que sentira e voltou a ficar zangado. Ordenou aos construtores reais de ilhas que construÃssem uma ilha tão pequena que a costureira só lá pudesse ficar em bicos de pés. Novamente o rei lhe pediu uma manta e novamente ela recusou. — Muito bem — respondeu o rei. — Esta noite, quando estiveres demasiado cansada para te manteres em pé e quiseres deitar-te para dormir, afogar-te-ás. E o rei deixou-a só na minúscula ilhota. Pouco depois de ele partir, a costureira viu um pardal atravessar o grande lago. Soprava um vento forte e violento e o pobre pássaro não parecia capaz de chegar a terra. A costureira chamou-o e ele poisou no ombro dela para descansar. Como o pobre e cansado pardal estava a tremer, a senhora fez-lhe uma capa de um pedaço de tecido do seu colete púrpura. Quando a ave se sentiu mais quente e o vento parou de soprar, levantou voo de novo, grato pelo que a costureira lhe tinha feito. Dali a pouco, o céu escureceu devido a uma enorme nuvem de pardais. Com as asas sempre a bater, milhares deles desceram, pegaram na mulher com os seus pequeninos bicos e levaram-na em segurança para terra. Novamente nessa noite, o rei não conseguia dormir a pensar na senhora, sozinha na ilha. — Oh, meu Deus, o que é que eu fui fazer? — lamentava-se. Voltou a acordar os soldados que estavam a dormir, e lá marcharam em pijama até ao lago, para libertarem a costureira. Mas, quando chegaram, ela estava sentada no ramo de uma árvore a coser minúsculas capas cor de púrpura para todos os pardais. — Desisto! — gritou o rei. — O que tenho de fazer para me dares uma manta? — Como já te disse — respondeu ela — oferece tudo o que tens e eu faço-te uma manta. E, por cada prenda que dês, acrescento mais um quadrado à tua manta. — Não consigo fazer isso! — gritou o rei. — Eu adoro todas as minhas lindas e maravilhosas coisas. — Mas, se elas não te fazem feliz — retorquiu a costureira — para que servem? — Lá isso é verdade — suspirou rei. E pensou muito, muito, no que ela dissera. Pensou durante tanto tempo, que as semanas se sucederam umas à s outras. — Pronto, está bem — disse entredentes. — Se tenho de me libertar dos meus tesouros, então que seja! O rei regressou ao castelo e procurou, de uma ponta a outra, qualquer coisa da qual conseguisse abdicar. De sobrolho franzido, lá acabou por encontrar um simples berlinde. Só que o rapazinho que o recebeu retribuiu-lhe o gesto com um sorriso tão radiante, que o rei regressou ao castelo para ir buscar mais coisas. Por fim, pegou num monte de casacos aveludados e foi distribuÃ- los pelas pessoas vestidas de trapos. Ficaram todas tão contentes, que se puseram a desfilar pelas ruas da cidade. Mas, ainda assim, o rei não sorria. Em seguida, foi buscar uma centena de gatos siameses azuis, que dançavam valsas, e uma dezena de peixes transparentes como vidro. Depois, deu ordem para que trouxessem para fora o carrocel com os cavalos verdadeiros. As crianças gritaram de entusiasmo e puseram-se a dançar em redor dele. O rei olhou à sua volta e viu as danças, a felicidade e a alegria que os seus presentes tinham trazido. Uma criança pegou-lhe na mão e puxou-o para dançar. O rei agora sorria e até soltava gargalhadas. — Como é isto possÃvel? — exclamou. — Como é possÃvel eu sentir-me tão feliz por dar as minhas coisas? Tirem tudo cá para fora! Tirem tudo imediatamente! Entretanto, a costureira manteve a sua palavra e começou a fazer uma manta especial para o rei. Por cada presente que ele dava, ela acrescentava mais um quadrado à manta. O rei continuou a dar e a dar. Quando, por fim, não havia mais ninguém que não tivesse recebido alguma coisa, o rei decidiu ir pelo mundo e procurar outras pessoas que precisassem das suas prendas. Antes de partir, o rei prometeu à costureira que lhe enviaria um pardal, de todas as vezes que desse alguma coisa. De manhã, à tarde e à noite, as carroças partiam da cidade, cada uma delas carregada até cima com todos os objectos maravilhosos do rei. E durante anos e anos, os pardais mensageiros foram voando até ao peitoril da janela da costureira, à medida que ele ia esvaziando lentamente os seus carros por onde quer que passasse, trocando os seus tesouros por sorrisos. A costureira trabalhava sem parar e, pedaço a pedaço, a manta do rei foi crescendo, cada vez maior e mais bonita. Por fim, certo dia, um pardal cansado entrou-lhe pela janela e poisou na agulha. A costureira compreendeu imediatamente que este era o último mensageiro. Deu o último ponto na manta e desceu a montanha em busca do rei. Após uma longa busca, encontrou-o finalmente. As suas vestes reais estavam agora em farrapos e os dedos dos pés espreitavam-lhe das botas. Os olhos brilhavam de alegria e o riso era maravilhoso e sonoro. A costureira retirou do saco a manta e desdobrou-a. Era de tal forma bela, que borboletas e colibris esvoaçavam à sua volta. Ergueu- se em bicos de pés e pô-la à volta do rei. — O que é isto? — exclamou ele. — Prometi-te há muito tempo — disse ela — que, quando fosses pobre, te daria uma manta. O sorriso radiante do rei fez cair maçãs e levou as flores a voltarem-se para ele. — Mas eu não sou pobre — disse. — Posso parecer pobre mas, na verdade, o meu coração está cheio a mais não poder, com as recordações de toda a alegria que dei e recebi. Agora sou o homem mais rico. — Mesmo assim, fiz esta manta só para ti — disse a costureira. — Obrigado — respondeu o rei. — Mas só fico com ela se aceitares uma prenda minha. Há um último tesouro que ainda não dei. Guardei-o todos estes anos para ti. O rei retirou o seu trono do carro velho e frágil. — É mesmo muito confortável — disse o rei. — E o ideal para quem passa longos dias a coser. A partir desse dia, o rei voltou muitas vezes à casa da costureira de colchas, que ficava bem lá em cima, perto das nuvens. Durante o dia, a costureira fazia lindas colchas que não vendia e, à noite, o rei levava-as para a cidade. Procurava, então, os pobres e infelizes, pois nunca se sentia tão feliz como quando dava alguma coisa a alguém. Jeff Brumbeau The quiltmaker’s gift New York, Orchard Books, 2000 tradução e adaptação
O tempo não pára!

AJUDE A AJUDAR COM O SEU OLHAR Ayuda a ayudar con tu mirar HELP to IBCM, Children HIV positive in Bahia CNPJ 07.852.787/0001-69 ABRACE ESTA CAUSA FOTOS PARA A VIDA Sua fotografia, sua doação, podem salvar vidas de crianças com HIV-AIDS em Salvador-Bahia-Brasil. Poste sua foto e faça sua doação: Instituição Assistêncial Beneficente Conceição Macedo PaÃs: Brasil Banco: Banco do Brasil N. do Banco: 001 Agência: 0904-0 Conta corrente: 254.651-5 Código SWIFT: BRASBRRJSDR HELP AIDS CHILDREN in Bahia,Brasil, HIV POSITIVE, need support or died TEXTO DO Ernani: Há o tempo de plantar e o tempo de colher. Todos nós temos presa para viver, nunca de morrer. Temos tempo para a internet, para um amigo, para brincar, para trabalhar, mas nunca temos tempo para parar e ajudar. Temos tempo para ver TV, ler jornais, um bom livro, mas nunca tempo para ler um pedido de ajuda. Mas há quem não tem mais tempo. Quem não teve tempo de plantar. Quem mal tem tempo para brincar. Quem mal vai ter tempo de dizer: “Eu te amo mamãe, papai!!!â€. Porque em algum lugar alguém não teve tempo para parar e ler essa mensagem, para procurar saber do que se tratava, sobre quem se estava falando, de procurar saber como poderia ajudar; já que quem deveria ajudar não acha tempo para isso, porque não acha importante, porque é um investimento que não tem retorno no curto espaço de tempo ou porque acha que seu tempo é valioso demais para gastar com quem não tem tanto tempo de vida assim. Pare um momento. Procure se informar, ler, ajudar. Quem já conta os segundos para a despedida final vai agradecer de coração por esses poucos instantes de tempo, que você dedicou a elas. Não deixe que o relógio das vidas delas pare só porque você não queria perder tempo. Ajude!!! Divulge!!! Dê corda nesses pequenos relógios de vida. _____________________________________________________ There is a time for planting and a time for harvesting. We are all in a hurry to live, not to die.We have time for internet, for friends, for playing, for working and we never have time to stop and help others. We have time for watching TV, reading the papers or a good book but we never have time for reading a message asking for help. But there are the ones who don’t have any more time to lose. The ones who didn’t have time to plant. That barely have time to play. That won’t have time to say “I love you, mom, dadâ€. Because someone, somewhere didn’t have time to read this message, to try to know what it means, to try to know how to help. Because many times who could help don’t have the time, because it’s not an investment with short term interest or because thinks its time is too valuable to spend with somenone who doesn’t have that much time.Stop for a moment.Try to read and get informed. The children that are about to say their goodbyes to life will be thankful for these few moments you took to help them.. Don’t let their life clocks stop just because you didn’t want to waste your time. Help them! Spread the word! Wind up these little life clocks ---------------------------------------------------------------------------------------------------------- Hay momentos para sembrar, y otros para recoger la cosecha. Todos tenemos tiempo para vivir, nunca para morir. Tenemos tiempo para Internet, para un amigo, para jugar, para trabajar, pero nunca tenemos tiempo para detenernos y ayudar. Tenemos tiempo para ver Tele, leer periódicos, un buen libro, pero nunca tiempo para leer un pedido de ayuda.Pero hay quienes ya no tienen más tiempo. Quien no tuvo tiempo para sembrar. Que apenas tiene tiempo para jugar, y que quizás tampoco no va a tener tiempo para decir "Yo te amo mamá! papá!Porque en algún lugar alguien no tuvo tiempo para detenerse a leer este mensaje, para tratar de entender de qué se trataba, de quién se estaba hablando, de entender cómo se podÃa ayudar; ya que quien deberÃa ajudar no consigue tiempo para esto, porque no lo considera importante, porque es una inversión que no tiene retorno en un corto espacio de tiempo o porque cree que su tiempo es mucho más valioso como para gastarlo con quien no tiene tanto tiempo de vida.Detente un momento. Procura Informarte, leer, ayudar.Quienes cuentan los segundos para la despedida final van agradecer de corazón por ese gesto, por haber leido éstas lÃneas.No dejes que el reloj de la vida de esas personas pare porque no querÃas perder tiempo.Ayuda! Divulga! Dale cuerda a esas pequeñas manecillas del reloj de la vida! Não conheço esses meus amigos do Flickr pessoalmente, mas não custa nada ajudar na campanha que essas pessoas estão apoiando. Na verdade, é o mÃnimo que posso fazer. FabÃola Fernanda Má Monteiro Rogério E muitos outros... Principalmente Margarida

Amor como el que me das desmemoriza a cualquiera, me acuerdo cuando te vas y se me olvida si llegas. Solo me importa si estás, no sé si hay sol o si nieva. Ya no me acuerdo de nada si sufrà si llore, si te salve o me salvaste, si es un mal o es un milagro, ya no me acuerdo de nada, si perdà o si gane, si fue real o si soñé, si estuve al borde del delirio, ya no me acuerdo de nada,de nada. Me cuentan que un dÃa vivà entre las sombras y el miedo, me cuentan que el que yo fui perdÃa llegando primero. Hoy solo se que es por ti que recordarme no puedo

